Comércio Eletrônico não para de crescer no país No ratings yet.

26/04/2011

Em 2010, quase um terço (33,02%) de todas as transações entre varejo e consumidores foram feitas através da internet. Nas negociações feitas entre empresas, esse índice sobe para 65,25%, quase dois terços do total. Esses dados fazem parte da 13ª edição da Pesquisa FGV-EAESP, divulgada pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. A pesquisa foi elaborada pelo professor Alberto Luiz Albertin, coordenador do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) e do Programa de Excelência em Negócios da Era Digital (NED). Foram consideradas 470 empresas de vários tamanhos, setores e ramos de atividade, nacionais ou multinacionais que operam no mercado brasileiro e atuam em algum nível no ambiente digital.

Segundo a FGV, esses resultados são significativos principalmente devido ao pouco tempo de existência do comércio eletrônico no País.

O comércio online tem contribuído na criação de novas oportunidades de negócios, na criação de estratégias competitivas mais efetivas, melhoria no relacionamento com os clientes e economia direta. Tudo isso facilitado pelo grande poder de interatividade do meio digital. Para as empresas, os aspectos mais importantes na utilização do comércio eletrônico são relacionamento com clientes, privacidade e segurança, além de adoção de clientes e alinhamento estratégico. A FGV considera essas preocupações coerentes com o cenário atual e as tendências futuras.

E a tendência para o setor é de crescimento nos próximos anos, principalmente apoiado pelo aquecimento da economia.

Uma outra pesquisa nacional feita recentemente com varejistas de todo o país indica que a expectativa do setor é de faturar 9,6% a mais com as vendas para o Dia das Mães, em comparação com o ano passado. O levantamento mostra que 59% dos varejistas acreditam no aumento do faturamento; 31% opinaram que permanecerá igual; e 10% são pessimistas e acreditam que haverá em queda nas vendas. As expectativas são semelhantes às demonstradas no ano passado,ema quando 60% dos varejistas estimaram alta do faturamento, 33%, estabilidade e 7%, queda.

As grandes lojas de varejo são as mais otimistas: 87% dos empresários esperam um faturamento neste Dia das Mães superior ao verificado em 2010. Nas lojas de médio porte, 74% apostam em crescimento. Já os pequenos comerciantes são os menos otimistas: 56% acreditam em vendas melhores este ano.

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