Deixar sua marca na internet não é suficiente No ratings yet.

09/02/2009

Eduardo Favaretto

Hoje em dia, com o imenso número de sites existentes e criados diariamente, a concorrência por um segundo da atenção dos usuários da rede é extrema. Em recente pesquisa divulgada por Brian Fetherstonhaugh, CEO da OgilvyOne Worldwide, 79% dos usuários passam a conhecer e interagir com novas marcas, por meio de mecanismos de busca. Destes, 61% esperam encontrar as marcas TOP, que são facilmente reconhecidas por eles e que estejam associadas diretamente ao assunto procurado.

Esta acirrada disputa resultou no marketing de busca (SEM – Search Engine Marketing). O papel do Search Marketing é o de tornar a mensagem visível ao maior número possível de visitantes nos motores de busca, afinal, sua simples exposição na web não garante retorno se o público-alvo não tomar conhecimento da sua existência.

A dinâmica do mercado digital, quanto à exposição da marca de uma empresa, deve receber uma atenção contínua no quesito Internet. Ou você a expõe corretamente ou perderá espaço facilmente para marcas concorrentes.

A publicação de banners (imagem com propaganda em sites) e o envio da e-newsletter (boletins eletrônicos por e-mail), como forma de publicidade na Internet, continuam sendo válidos e gratificantes, mas, no caso do SEM, o público-alvo deixa de ser passivo. Em buscadores, como Google, os visitantes estão disponíveis para conhecê-lo, são eles que o procuram.

O marketing de busca funciona como uma extensão do marketing da empresa e exige a definição de uma estratégia para gerar um diferencial competitivo. A forma mais simples e objetiva de executar esta tarefa seria pagar por resultado (pay for performance), ou seja, comprar palavras-chaves em serviços de links patrocinados, disponíveis em serviços de busca. Também é importante fazer, via rotinas de SEO (Search Engine Optimization), a adequação do conteúdo do site da empresa (otimização) para que receba, naturalmente, uma melhor classificação nos resultados apresentados nos motores de pesquisa.

Alguns desses métodos têm gerado polêmica por atrair visitantes ocultando falsas palavras-chaves, criando links para páginas sem qualquer relação de conteúdo com o que seria melhor para os usuários. A prática similar ao SPAM, além de antiética, pode ser um “tiro no próprio pé”: a chamada "Permission", arte de convencimento quanto ao negócio em si, é a mais forte relação que se pode ter com o cliente. Ao persuadi-lo de forma verdadeira, você ganha sua simpatia e confiança.

Eduardo Favaretto é empresário, especialista em Internet e atua na área de tecnologia desde 1987. Fundador do iBUSCAS, gestor de recursos e aplicações de softwares para Internet, dedica-se à criação de soluções disponíveis on-line baseadas no conceito de Web 2.0 e rede social. Escreve no ::buscas.com weblog (http://www.buscas.com/weblog), um blog sobre tendências do mercado de mecanismos de buscas.

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Deixar sua marca na internet não é suficiente

29/09/2008

Eduardo Favaretto

Hoje em dia, com o imenso número de sites existentes e criados diariamente, a concorrência por um segundo da atenção dos usuários da rede é extrema. Em recente pesquisa divulgada por Brian Fetherstonhaugh, CEO da OgilvyOne Worldwide, 79% dos usuários passam a conhecer e interagir com novas marcas, por meio de mecanismos de busca. Destes, 61% esperam encontrar as marcas TOP, que são facilmente reconhecidas por eles e que estejam associadas diretamente ao assunto procurado.

Esta acirrada disputa resultou no marketing de busca (SEM – Search Engine Marketing). O papel do Search Marketing é o de tornar a mensagem visível ao maior número possível de visitantes nos motores de busca, afinal, sua simples exposição na web não garante retorno se o público-alvo não tomar conhecimento da sua existência.

A dinâmica do mercado digital, quanto à exposição da marca de uma empresa, deve receber uma atenção contínua no quesito Internet. Ou você a expõe corretamente ou perderá espaço facilmente para marcas concorrentes.

A publicação de banners (imagem com propaganda em sites) e o envio da e-newsletter (boletins eletrônicos por e-mail), como forma de publicidade na Internet, continuam sendo válidos e gratificantes, mas, no caso do SEM, o público-alvo deixa de ser passivo. Em buscadores, como Google, os visitantes estão disponíveis para conhecê-lo, são eles que o procuram.

O marketing de busca funciona como uma extensão do marketing da empresa e exige a definição de uma estratégia para gerar um diferencial competitivo. A forma mais simples e objetiva de executar esta tarefa seria pagar por resultado (pay for performance), ou seja, comprar palavras-chaves em serviços de links patrocinados, disponíveis em serviços de busca. Também é importante fazer, via rotinas de SEO (Search Engine Optimization), a adequação do conteúdo do site da empresa (otimização) para que receba, naturalmente, uma melhor classificação nos resultados apresentados nos motores de pesquisa.

Alguns desses métodos têm gerado polêmica por atrair visitantes ocultando falsas palavras-chaves, criando links para páginas sem qualquer relação de conteúdo com o que seria melhor para os usuários. A prática similar ao SPAM, além de antiética, pode ser um “tiro no próprio pé”: a chamada "Permission", arte de convencimento quanto ao negócio em si, é a mais forte relação que se pode ter com o cliente. Ao persuadi-lo de forma verdadeira, você ganha sua simpatia e confiança.

Eduardo Favaretto é empresário, especialista em Internet e atua na área de tecnologia desde 1987. Fundador do iBUSCAS, gestor de recursos e aplicações de softwares para Internet, dedica-se à criação de soluções disponíveis on-line baseadas no conceito de Web 2.0 e rede social. Escreve no ::buscas.com weblog (http://www.buscas.com/weblog), um blog sobre tendências do mercado de mecanismos de buscas.

 
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