66% das empresas brasileiras fizeram compras online em 2006 No ratings yet.

10/08/2007

Em 2005, 63% das empresas brasileiras realizaram compras eletrônicas, enquanto que no ano passado 66% disseram ter utilizado a internet paara adquirir um produto ou serviço, o que rrepresentou um aumento de 3,8%, de acordo com pesquisa realizada pela Associação Brasileira de e-business. Segundo o levantamento, as principais ferramentas utilizadas para isso foram negociações eletrônicas, sourcing, portal de compras e solicitação online de preços (e-RFQ), além do VMI (reposição automática de estoques).

O estudo aponta, ainda, que as compras realizadas eletronicamente representaram 25% em relação ao volume total das transações realizadas no país. Dentre os principais benefícios apontados pelos entrevistados estão a redução do tempo gasto para efetuar cotações e pedidos e a redução do tempo de entrada do pedido e seu faturamento.

Outra constatação da pesquisa foi o crescimento de 27% dos pedidos de compras eletrônicas em 2006 em relação ao ano anterior, superando a expectativa de 23% previstos em 2005. “Isso se deve principalmente ao rápido retorno dos investimentos, à busca constante pela redução de custos, além da difusão dos benefícios dessa prática por diversos players do mercado”, analisa o presidente da Associação Brasileira de e-business, Richard Lowenthal.

Segundo ele, é possível observar ainda o uso do e-mail, do telefone e do fax como os principais canais utilizados para efetuar pedidos. Para os próximos anos, prevê Lowenthal, a tendência é de diminuição desses canais, exceto o telefone, que não deve apresentar grandes reduções. “Essa tendência pode ser justificada pelo processo de migração para o meio eletrônico, além da integração dos tradicionais canais com outros sistemas.”

Um outro dado obtido pela pesquisa está relacionado à representatividade das compras eletrônicas referente aos materiais produtivos e indiretos. Segundo as empresas, 67% do e-procurement praticado está ligado aos materiais indiretos, ou seja, àqueles não considerados estratégicos para as organizações. “No caso dos itens críticos, o meio eletrônico é aplicado apenas depois de uma longa negociação, ajudando na troca de documentos eletrônicos e nos processos de ressuprimento”, explica Lowenthal.

Finalizada este mês, a pesquisa ouviu 81 organizações de grande e médio porte.

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