Vírus:ameaça levada a sério


05/06/2003

Mesmo parecendo um problema menor,CIOs preocupam-se com a possibilidade de vírus em suas redes. Mais que isso, apesar da desconfiança, acreditam que os fornecedores não exageram ao alardear ameaças e creditam aos e-mails o título de principal porta dos ataques.

A freqüência com que os fornecedores de soluções de segurança propagam a existência – ou a criação – de novos vírus faz supor que os CIOs (Chiefs Information Officer) encarem estes alertas com desconfiança.

É verdade, mas isso não significa que as ameaças alardeadas não sejam levadas a sério.

Ao contrário, mesmo acreditando que os riscos podem ser menores do que o divulgado, todos, sem exceção, procuram estar preparados para a possibilidade de serem verdadeiros. O dilema existe e, por via das dúvidas, vale a máxima de que prevenir eventuais ataques é melhor do que remediar prejuízos.

Quem dá uma boa idéia da pressão exercida sobre os executivos em situações como estas é Marco Brasil, CIO da Politeno S.A. Ele defende que, via de regra, os riscos que a corporação corre em relação aos vírus são, de fato, menores do que os fornecedores fazem crer. “Isto pode ser constatado pela freqüência com que observamos alarmes vermelhos nos sites destas empresas que, na prática, não resultam em ataques ao nosso ambiente”, afirma.

Por outro lado, o fato de os alarmes não estarem diretamente relacionados a ataques não garante que eles não possam vir a ocorrer, e aí reside um risco inaceitável.

“Apesar de os ataques serem menores que os alertas, procuramos sempre estar atualizados com os mais recentes releases dos engines de detecção de vírus”, atesta Brasil. (segue)

Fábio Barros

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