Vendas online crescem 40%

16/08/2010

As vendas realizadas pela internet registraram aumento de 40% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, encerrando o período com faturamento de R$ 6,7 bilhões. Isso é o que aponta o relatório WebShoppers, elaborado pela e-bit, com apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.

Segundo o diretor de marketing da e-bit, Alexandre Umberti, entre os motivos que impulsionaram as vendas online foram: a antecipação das compras provocada pelo fim do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzido para linha branca, ocorrido em março; a Copa do Mundo, que alavancou a comercialização de televisores, favorecida pela substituição de tecnologias de tela plana, como a LED, e a retomada da economia, cuja projeção de crescimento para este ano está na casa dos 7%.

"Isso sem contar a participação da classe C, que desde o ano passado vem aumentando sua participação nas vendas pela web e, hoje, já representam 40% do público consumidor", explica Umberti.

De acordo com um estudo da Frost & Sullivan, até o fim da década 90% da população estará conectada e fará operações e compras somente via online.

Assim, uma nova era de comércio eletrônico já pode ser comemorada, com crescimento acima do esperado pelas lojas virtuais, que seguem a tendência de ousar com novos modelos de negócios. O Amazon.com, o maior site de e-commerce do mundo, com faturamento de US$ 24,5 bilhões em 2009, segundo dados do Internet Retailer, faz escola porque aposta em atendimento para manter a primeira colocação no ranking mundial. De carona nessa "aba", tanto as maiores redes de varejo como micro e pequenos empresários do segmento miram em fazer crescer o número de e-consumidores, hoje menos de 18 milhões no Brasil, e alcançar receita em patamares mais elevados.

Segundo o estudo da e-bit, a expectativa é que até o final do ano, as vendas online atinjam a marca de R$ 14,3 bilhões no país, o que representa um crescimento de 35% em relação ao ano passado.

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