Tecnologia E-health mostra vantagens em favor da saúde

20/06/2006

O termo e-Health tem sido usado para definir tudo o que relaciona medicina e internet. Na linha do e-commerce, e-business, e-solutions etc., o e-health parece abrir infinitas possibilidades para os cuidados com a saúde. Entre os principais desafios estão a capacidade de os pacientes interagirem com o sistema online, transmissão de dados de instituição para instituição e novas possibilidades para a comunicação entre consumidores.

O e-health é um campo emergente na intercessão da informática médica, saúde pública e negócios, se referindo aos serviços de saúde e informações gerados e transmitidos via internet. De forma mais abrangente, o termo caracteriza não apenas um desenvolvimento técnico, mas também uma forma global de pensar, diz Walter Amorim, presidente da WPD Tecnologia.

Empresa que lidera o mercado nacional de soluções para gestão de hospitais privados, a WPD desenvolveu um produto que atende à resolução 1639/2002, do Conselho Federal de Medicina – que definiu as normas técnicas para o uso de sistemas informatizados de guarda e manuseio do prontuário médico.

O MedView é um produto utilizado diretamente pelos profissionais da área de saúde, com a finalidade de manusear as informações do prontuário do paciente. Quando o assunto é e-Health, o prontuário eletrônico passa a ser imprescindível no controle das informações clínicas do paciente, diz Amorim.

O empresário enumera 10 vantagens tecnológicas em relação à Saúde:

1. Com o prontuário eletrônico, elimina-se o volume excessivo de informações;
2. Problemas como dificuldade de armazenamento, multiplicidade de pastas, dificuldade de pesquisa coletiva e falta de padronização também são reduzidos drasticamente;
3. Acesso mais rápido e compartilhado às informações;
4. Eliminação da redundância de dados e pedidos de exames;
5. Melhor qualidade de atendimento. O sistema contempla atendimentos de emergência, ambulatoriais e internações, permitindo o acompanhamento de cada evento e garantindo uma visão detalhada da história clínica do paciente, tais como informações referentes à anamnese, cirurgias já realizadas, alergias, antecedentes pessoais e familiares, exames físicos e tudo mais que se julgar necessário;
6. Pacientes com maior conhecimento e poder de decisão;
7. Encorajamento a uma nova relação entre médico e paciente;
8. Possibilidade de troca de informações entre hospitais;
9. Extensão de atendimento, na medida em que médicos podem dar uma segunda opinião independentemente de sua localização geográfica;
10. Igualdade de condições, onde todos têm acesso democrático às informações.

Site relacionado: www.wpd.com.br

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