Setor químico vende R$ 1 bi pela internet em 2003


22/03/2004

As fórmulas químicas já incluem bits e bytes, ao menos quando o assunto é vender matéria-prima. Uma recente pesquisa realizada pela Associação Brasileira de E-business, que mediu o impacto atual do comércio eletrônico na indústria química nacional, aponta que uma parcela significativa do faturamento das principais empresas do setor advém de vendas realizadas por meio do canal online.

Ao analisar informações coletadas por um comitê setorial formado pelas principais empresas do setor (Basf, Dow Química, Elekeiroz, Rhodia, Solvay e White Martins), a pesquisa apontou que, juntas, essas companhias obtiveram receita total da ordem de R$ 1 bi em 2003 com vendas por meio de sistemas eletrônicos. O valor representa aproximadamente 12% do faturamento total dessas companhias.

Em quantidade de transações online, foram contabilizadas 57 mil pedidos, o que também mantém uma média de 12% do número total de solicitações ao longo de 2003. Já o ticket médio das vendas eletrônicas foi 7,5% maior que o ticket tradicional, atingindo R$ 43 mil. “A tendência é de que esses números cresçam ainda mais neste ano, já que estamos falando de benefícios como eliminação de erros de pedido, maior controle do que é transacionado e ganho de produtividade”, comenta Wagner Fernandes, coordenador de e-commerce da Elekeiroz, uma das mais antigas indústrias químicas do país, com 109 anos de mercado. (continua)

André Borges

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