Serviço da Websense avisa se cliente tem site infectado No ratings yet.

A Websense lançou um serviço chamado SiteWatcher que alerta se os sites de seus clientes está infectado com vírus ou scripts maliciosos e barra o acesso de funcionários a essas páginas. A empresa desenvolve soluções de gerenciamento de acesso à Web por funcionários de empresas, incluindo sistemas que filtram as páginas visitadas e barram o acesso ou não. O SiteWatcher é um serviço associado ao Premium Group III (PGIII), banco de dados alimentado por um robô que varre a Internet e classifica as páginas baseado em determinadas características e, de acordo com a política adotada pelo cliente final, bloqueia o acesso às páginas. Como parte da solução, o robô também busca sites que contém “códigos maliciosos móveis” (MMC) e barram automaticamente o acesso a essas páginas. “MMC é um nome genérico para vírus, cavalos de Tróia e scripts que estão presentes em páginas Web e causam danos para quem as visita”, explica Fernando Fontão, engenheiro de sistemas da Websense para América Latina. Se, por acaso, o site do próprio cliente estiver infectado com o vírus Nimda, por exemplo, a Websense vai alertá-lo para fazer a correção e evitar que o site infecte outras máquinas. Um estudo da própria Websense mostra que 48,6% dos MMCs estão em páginas corporativas da Web. Fontão explica que não há uma estatística precisa sobre quantos sites são infectados por dia, mas que a chance é bem maior de isso acontecer em páginas corporativas, já que o bloqueio delas por sistemas de filtro é bem menor do que ocorre com sites pornográficos ou de comércio eletrônico, por exemplo. “Mas imagine se um grande portal é infectado com um vírus desses. Em pouco tempo outras máquinas também ficarão contaminadas”, afirma Fontão. [ Henrique Martin ]

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Serviço da Websense avisa se cliente tem site infectado

A Websense lançou um serviço chamado SiteWatcher que alerta se os sites de seus clientes está infectado com vírus ou scripts maliciosos e barra o acesso de funcionários a essas páginas. A empresa desenvolve soluções de gerenciamento de acesso à Web por funcionários de empresas, incluindo sistemas que filtram as páginas visitadas e barram o acesso ou não. O SiteWatcher é um serviço associado ao Premium Group III (PGIII), banco de dados alimentado por um robô que varre a Internet e classifica as páginas baseado em determinadas características e, de acordo com a política adotada pelo cliente final, bloqueia o acesso às páginas. Como parte da solução, o robô também busca sites que contém “códigos maliciosos móveis” (MMC) e barram automaticamente o acesso a essas páginas. “MMC é um nome genérico para vírus, cavalos de Tróia e scripts que estão presentes em páginas Web e causam danos para quem as visita”, explica Fernando Fontão, engenheiro de sistemas da Websense para América Latina. Se, por acaso, o site do próprio cliente estiver infectado com o vírus Nimda, por exemplo, a Websense vai alertá-lo para fazer a correção e evitar que o site infecte outras máquinas. Um estudo da própria Websense mostra que 48,6% dos MMCs estão em páginas corporativas da Web. Fontão explica que não há uma estatística precisa sobre quantos sites são infectados por dia, mas que a chance é bem maior de isso acontecer em páginas corporativas, já que o bloqueio delas por sistemas de filtro é bem menor do que ocorre com sites pornográficos ou de comércio eletrônico, por exemplo. “Mas imagine se um grande portal é infectado com um vírus desses. Em pouco tempo outras máquinas também ficarão contaminadas”, afirma Fontão. [ Henrique Martin ]

 
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