O que vem depois do Google+?

21/07/2011

Desde o surgimento da internet, o aumento da produtividade e a busca por redução de custos e tempos foi o objetivo principal dos investimentos em soluções digitais, permitindo às empresas replicarem ou automatizarem processos e rotinas.
 
O avanço da internet e todos recursos proporcionados por ela, ampliaram e diversificaram as fontes de receita das empresas. Os modelos de negócio mudaram. Criar um negócio online ficou muito mais fácil. Com a amplitude de oferta dos produtos e serviços, novos canais de venda e distribuição surgiram. Com a popularização da internet, o processo de compra se tornou muito ágil.

Os tempos mudam, e a novas gerações procuram métodos mais rápidos e eficientes de partilhar informação. Tudo é muito rápido. O que era a até pouco tempo, agora já mudou ou não é mais.

O Marketing e a Publicidade são "ciências" antigas mas todos os dias são reiventadas.

A publicidade online muda e evolui rapidamente também. Nesses 15 anos de internet tanta coisa já surgiu, mudou e desapareceu. Megas soluções que ninguém mais lembra, mitos que desapareceram. Mais recentemente, as mídias sociais travam um duelo incrível e hiper dinâmico. Em pouco mais de 2 anos, a grande e revolucionária novidade já foi o Orkut, o Twitter e o Facebook que agora já é ameçado pelo Google+. Lively, Second Live, Google Buzz e Myspace já morreram (?).

Agora, segundo um estudo da PricewaterhouseCoopers (PwC) sobre o mercado do entretenimento e dos media, os jogos nas redes sociais crescem exponencialmente e parecem ser a bolda da vez. O desenvolvimento dos jogos nas redes sociais é impulsionado pelo modelo de negócio ‘freemium’ (contração das palavras free e premium), em que os serviços básicos são prestados gratuitamente, sendo cobrado um montante por funcionalidades mais avançadas ou produtos complementares.

Na Europa, Oriente Médio e África , os jogos online irão representar 3,6 bilhões de dólares em 2011 e deverão chegar aos 5,7 bilhões de dólares em 2015, de acordo com as estimativas da consultoria.

Outra grande expectativa gira em torno dos vídeos online. Recentemente, um levantamento da empresa de análise de dados online comScore mostrou que 178 milhões de americanos assistiram a vídeos pela internet em junho. Ao todo, foram vistos 6,2 bilhões de vídeos, com tempo médio gasto por esses usuários foi de 16,8 horas.

Os dados mostram ainda que 49% de toda a população americana assistiu a vídeos publicitários, numa média, de 35,6 vezes no mês. Ao todo, foram vistos 5,3 milhões de conteúdo desse tipo no período, e o tempo gasto pelos internautas foi, em média, de 2,2 bilhões de minutos no mês.

O Google+ recém surgiu e já estamos aguardando a próxima rede social, a próxima grande solução. E depois, o que mais vem por aí?

 

Ricardo Prates Morais é consultor em web marketing da agência emarket e editor do blog Publicidade na Web.

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