Mercado retraído ou em expansão. Façam suas apostas

Buscando uma necessária e enriquecedora atualização profissional passei a assinar algumas newsletters de conteúdo voltado a internet, marketing, tecnologia, desenvolvimento, etc. Com o tempo, essas fontes de pesquisa passaram a aumentar e aumentar. E de repente já eram dezenas. Foi aí que tive a idéia de repartir toda essa informação a qual tenho acesso e passei a editar semanalmente a emarket News, pesquisando notícias em sites do Brasil, América latina, Europa e EUA.

Mas o assunto não é especificamente esse. Quero “falar” a respeito das notícias que voam através dos cabos diariamente e que tratam sobre o deslumbrante mercado de internet. Sei que o horizonte da internet é promissor. Todos sabemos. Meu filho de 7 anos sabe e o porteiro do meu prédio também. Mas apesar dessa idéia predominante, eu, assim como muitos, esperava uma retração do mercado após os atentados ocorridos no trágico 11 de setembro. E, sinceramente, não sei se isso está ocorrendo.

Todos dias tenho acesso a um grande número de artigos e notícias que mostram um mercado… em expansão.

Não desconsidero as notícias negativas sobre empresas fechando ou demitindo, sobre o mercado de publicidade que retraiu-se em um primeiro momento após the Tuesday Bloody Tuesday ou até mesmo sobre perspectivas negativas. Mas apesar de tudo, não sinto como se os negócios relativos a internet, principalmente os B2B, estejam retraídos. Vejamos um pequeno trecho de uma notícia do dia 05/11 sobre as Americanas.com: “…os sites que comercializam mercadorias online – incluindo shoppings, lojas e leilões – registraram um acréscimo de 25% na audiência em dezembro do ano passado”.

Diga rapidamente e com sinceridade, você espera que esse número recue? Difícil, não?

Segundo Bruno Laskowsky, diretor da empresa de consultoria AT Kearney, “empresas da chamada nova economia tiveram o valor de mercado reduzido de US$ 1,4 trilhão, em março último, para US$ 450 bilhões em outubro. Ele ressaltou que, apesar dessa queda, não se pode subestimar o crescimento do valor de mercado das empresas dessa área desde 1995, quando valiam, juntas, US$ 1 bilhão. Para ele, o Brasil ainda apresenta uma “janela de oportunidades” para investimentos “mais agressivos” em vendas e marketing na Internet. Ressaltou que os obstáculos para o desenvolvimento do comércio eletrônico no País são os mesmos de outros países da América Latina: problemas na distribuição de renda, desconfiança dos consumidores e a ainda reduzida utilização do cartão de crédito, principal meio de pagamento no comércio eletrônico”.

Vamos a outro trecho de outra matéria também do dia 05/11: “O Brasil já representa 50% do movimento de comércio eletrônico entre empresas na América Latina, com US$ 1,5 bilhão ao ano, segundo os dados da consultoria Gartner Group… Segundo a consultoria, a expectativa é que os negócios no comércio eletrônico brasileiro atinjam US$ 2,7 bilhões em 2003”.

Você acha pouco? Acha?
Então arregace as mangas e mãos à obra.
Sei que temos muito que aprender ainda. E também que muitos não vão se dar bem. Mas não sei até onde a culpa será do mercado ou se as causas de possíveis ou prováveis insucessos poderão ser outras. Como por exemplo a carência de conhecimento e informação entre profissionais do setor.

Atingir objetivos no mercado de internet não é nenhuma aposta incerta. Acredito que seja muito mais uma questão de conhecimento e persistência. Tem um longo caminho pela frente. Mas esse caminho não é tão esburacado assim.

E então? Já mudou de opinião?
Então, assine a emarket News! (Eh! Eh! Eh!)

Informe-se, forme-se e depois me diga o que aconteceu.

Ricardo Prates Morais é Consultor em Web Marketing e editor da emarket News.
Maiores informações: www.emarket.ppg.br

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