Conscientização sobre privacidade prejudica o e-mail marketing?


29/10/2004

Um novo relatório da Arial Software sugere que as empresas norte- americanas não adotaram nem os princípios básicos de responsabilidade e consciência de privacidade em email marketing. O estudo mostrou que 45 por cento das 1.057 organizações online eleitas não identificavam a origem dos emails enviados, deixando o receptor curioso não somente para saber o motivo daquela correspondência ter chegado em sua caixa postal, mas também o porquê de uma empresa supostamente confiável ter compartilhado o seu endereço de email com terceiros.

Essas novidades sugerem que com a histeria a partir do CAN-SPAM (lei norte-americana contra o spam), as páginas falsas (de instituições financeiras, cartões de créditos, etc.) e outras ações para enganar os clientes podem envolver profissionais de mercado um tanto quanto levianos no que se refere a email marketing. Ainda assim, especialistas da indústria acreditam que tais interesses não destruíram um dos mais poderosos meios de marketing da história.

Para esclarecer, as empresas devem transferir aos clientes o máximo possível de controle sobre as questões de preferência quanto a privacidade, freqüência e conteúdo – conceitos não muito obstantes daqueles aprendidos nas escolas de administração e negócios. Isso não requer mudanças extremas, mude a postura de sua empresa, apenas permita que os clientes escolham o que eles irão receber, quem seria o remetente em quem ele deposita a sua confiança, quando e com que freqüência receberá mensagens.

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