Brasil lidera e-business na América Latina

O mercado de negócios eletrônicos no Brasil é promissor. Segundo estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas em parceira com o Giga Information Group, o País está à frente de outras nações latino-americanas, mas ainda assim os índices de participação das empresas que partiram para o e-commerce são baixos: 1,18% nas transações B2B (business to business) e 0,35% nas transações B2C (business to consumer). Em alguma áreas específicas, como atendimento bancário online e indústria automobilística, o Brasil está entre os melhores do mundo, Raul Colcher, presidente do Giga Group no Brasil. O executivo destacou o banco Bradesco e a Volkswagem – esta última efetuando 90% de suas transações com fornecedores e concessionárias online. “As aplicações B2C têm se beneficiado nos últimos anos do crescente número de residências brasileiras com acesso à internet. O Brasil representou aproximadamente 44% da vendas de PCs na América Latina no ano passado. O censo realizado em maio deste ano revela que 10% da população brasileira tem acesso a este recurso. No entanto, o e-commerce ainda é privilégio das classes média e alta, com transações concentradas em artigos vendidos via Internet, como viagens, livros, música e aparelhos eletrônicos”, disse o executivo. No estudo, o instituto aponta que o comércio eletrônico entre empresas no Brasil é composto por dois grandes mercados verticais: manufaturados e venda por atacado e varejo. “Juntos, estes setores representam 80% das transações B2B. Em um futuro próximo, a necessidade de grandes projetos de e-business irá provavelmente criar oportunidades de mercado para fornecedores de software, consultores, entre outros”, acrescentou Colcher. No entanto, segundo o Giga, as barreiras regulatórias têm impedido o desenvolvimento de soluções B2B mais avançadas no Brasil. Para a realização do estudo, foram entrevistadas 310 companhias – 43% de grande porte, 28% de médias e 29% de pequeno porte.

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Brasil lidera e-business na América Latina

O mercado de negócios eletrônicos no Brasil é promissor. Segundo estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceira com o Giga Information Group, o País está à frente de outras nações latino-americanas, mas ainda assim os índices de participação das empresas que partiram para o e-commerce são baixos: 1,18% nas transações B2B (negócios entre empresas) e 0,35% nas transações B2C (venda para consumidores finais). Em alguma áreas específicas, como atendimento bancário online e indústria automobilística, o Brasil está entre os melhores do mundo, acredita Raul Colcher, presidente do Giga Group no Brasil. O executivo destacou o banco Bradesco e a Volkswagem – esta última efetuando 90% de suas transações com fornecedores e concessionárias online. “As aplicações B2C têm se beneficiado nos últimos anos do crescente número de residências brasileiras com acesso à internet. O Brasil representou aproximadamente 44% da vendas de PCs na América Latina no ano passado. O censo realizado em maio deste ano revela que 10% da população brasileira tem acesso a este recurso. No entanto, o e-commerce ainda é privilégio das classes média e alta, com transações concentradas em artigos vendidos via internet, como viagens, livros, música e aparelhos eletrônicos”, disse o executivo. No estudo, o instituto aponta que o comércio eletrônico entre empresas no Brasil é composto por dois grandes mercados verticais: manufaturados e venda por atacado e varejo. “Juntos, estes setores representam 80% das transações B2B. Em um futuro próximo, a necessidade de grandes projetos de e-business irá provavelmente criar oportunidades de mercado para fornecedores de software, consultores, entre outros”, acrescentou Colcher. No entanto, segundo o Giga, as barreiras regulatórias têm impedido o desenvolvimento de soluções B2B mais avançadas no Brasil. Para a realização do estudo, foram entrevistadas 310 companhias – 43% de grande porte, 28% de médias e 29% de pequeno porte.

 
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