Baixo custo faz do e-mail uma arma de marketing No ratings yet.


24/07/2003

Entre tantas estratégias de publicidade que existem hoje, o e-mail marketing é uma das opções mais baratas e que está atraindo a atenção dos pequenos e médios empresários. Apesar de apenas 1% das empresas brasileiras utilizar a ferramenta — nos EUA 83% dos americanos são atingidos por essa ferramenta — a tendência é que nos próximos cinco anos 30% das companhias nacionais utilizem a estratégia.

O que ainda impede esse crescimento é a confusão que existe com o spam, os e-mails enviados sem autorização do remetente. “O spam prejudica a imagem do e-mail marketing, que tem objetivo diferente em relação ao primeiro”, afirma Alessandro Basile, consultor e responsável pela unidade de marketing para pequenas e médias empresas da Resolve! Global Marketing. Prova disso é uma pesquisa feita pela QualiBest sobre o que as pessoas menos gostam na Internet: 30% responderam que são os spams. “A imagem negativa que se criou em cima do spam é muito grande”, diz Daniela Chamas Daud, diretora da empresa.

Mesmo assim, as empresas, de olho nos baixos custos que representam os e-mails marketing, passaram a investir mais nessa estratégia, sobretudo as de serviços, tecnologia e indústria. “Já o varejo é o mais atrasado”, revela Paulo Roberto Kendzerski, diretor de marketing da WBI Brasil, consultoria especializada e que está realizando a primeira pesquisa nacional sobre este mercado.

Além disso, elas estão descobrindo uma forma de investimento de valor reduzido em divulgação da marca. De acordo com Basile, fazer uma ação de e-mail marketing é 20% mais barata em relação aos anúncios na mídia. E o retorno é bastante positivo. Segundo Kendzerski, o site de comércio eletrônico Submarino, por exemplo, sempre adotou os e-mails eletrônicos para fazer sua divulgação. “Mas após implementar o e-mail marketing, com foco direcionado, à empresa aumentou em 30% suas vendas”, conta Kendzerski. Por esse motivo, grande parte das empresas usuárias é de pequeno e médio porte. E isso é explicado pela verba baixa exigida para o investimento. (segue)

Analisa Spaggiari

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