Audiência de lojas virtuais pode congestionar a web


09/12/2004

Feriado prolongado, trabalho dobrado. Com a proximidade de duas festas em pleno encerramento do ano, Natal e Ano Novo, todas as pessoas que trabalham têm de se esforçar para deixar em dia o serviço de um mês inteiro em um prazo mais curto. E o tempo que se tem para gastar com problemas de ordem pessoal, diminui drasticamente. Por isso, nada como aproveitar intervalos no trabalho para entrar nos sites de varejo online e colocar no carrinho os presentes que não se pode deixar de comprar para os parentes e amigos. Mas se confirmadas as previsões de mercado, como da e-bit por exemplo, que aponta um aumento de 40% nas compras virtuais em relação às realizadas no ano passado, as empresas devem se precaver contra os riscos do cyber-abuso: problemas de congestionamento e segurança da rede, além de baixa na produtividade dos funcionários.

De acordo com dados da Websense, há mais de 377.000 sites dedicados exclusivamente a compras em toda a rede global. Com milhares de lojas à disposição na ponta dos dedos, um funcionário pode facilmente passar horas pesquisando onde comprar a câmera digital perfeita ou as promoções de CDs, DVDs, vídeos ou livros, entre outros itens de desejo. Para Marcos Prado, gerente de canais para o Brasil da Websense, bloquear completamente o acesso a Web sites de compras nem sempre é a solução.

“As empresas podem perfeitamente equilibrar as necessidades de seus funcionários em economizar tempo ao fazer suas compras de Natal pela Internet, sem prejudicar os resultados dos negócios corporativos e com um benefício significativo. (segue)

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