A segunda onda do BB


04/07/2003

No Banco do Brasil, as operações realizadas na boca do caixa já são menos significativas que os cliques que os internautas dão para operar com o banco online. O internet banking representa hoje 24% do número total de transações da instituição, 6% a mais do que o balcão. Ele só perde mesmo para os terminais eletrônicos (55%).

“Vivemos hoje uma segunda onda do auto-atendimento”, acredita Hideraldo Dwight, gerente da divisão de internet do Banco do Brasil. “A primeira levou o cliente para o caixa automático e agora o está levando para a Web”. São cerca de 5,3 milhões de correntistas, entre empresas e pessoas físicas, entrando pelo portal do banco.

Esse número representa mais de um terço da base, que hoje chega a 15 milhões de usuários. Os clientes “conectados” estão comprando cada vez mais os produtos pelo canal digital. No ano passado, o volume de vendas foi de 54 bilhões de reais. O BB está apostando em vários nichos. O público jovem, um assíduo freqüentador da Web, está sendo atraído por produtos específicos, como o cartão de crédito para universitários.

A área empresarial também é muito forte. São cerca de 900 mil pessoas jurídicas que usam os serviços online. Para esse exigente público, o banco oferece soluções para a cadeia produtiva, usando o tripé informação-decisão-ação. Um dos resultados disso é o Gerenciador Financeiro, um programa baixado do site e instalado na máquina da empresa que transforma o browser em um produto que pode fazer simulações, controlar fluxos de caixa, fazer pagamentos e gerenciar acesso, entre outras 200 funcionalidades embutidas. (segue)

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